Just when you thought it was over…

Since moving back home to Baltimore, life has been a whirl wind. The same whirlwind that I thought I’d escape by leaving Salvador and returning home in the first place. Turns out my mother is right. “Where ever you go, there you are”. I’ve worked four different gigs on top of a steady flow of writing freelance. I’ve gotten to catch up with friends and spend time with my grandmother. I’ve watched my sister move out and other family members grow wings. Baltimore City has become a bit of a popping place, and it’s amazing to see. I’m producing a documentary about the Uprisings and working on my own project about the rise of the black business woman in Brazil. I also went through a major break up. Needless to say, this blog has been hard to maintain and I’ve considered letting it go.
But, a few weeks ago I was on my site, looking at referral links. And I noticed that most of my referrals came from the same site, blogueirasnegras.org. And I looked at the link. They listed the 25 most influential black women on the web in 2015. Screen Shot 2016-04-07 at 12.04.46 PM

I read the entire list and was impressed as I had the chance to meet some of the women listed when I was in Brazil. I also jotted down names as these were women I wanted to feature in my next project. Toward the end of the list, they began listing foreigners they love, the list starts with none one other than Chimamanda Ngozi Adichie.  Screen Shot 2016-04-07 at 12.05.28 PM

I keep scrolling and see…Screen Shot 2016-04-07 at 12.05.44 PM

I got teary eyed. I was really shocked that my lil ole blog that I could barely keep up was considered influential. Especially to Brazilian women, whose perseverance is literally the subject of my documentary that I’m fighting to make. (more on that later) Anyway, seeing this listing, inspired me to continue. Reminded me that someone is watching, reading and thinking about this blog and this work. And encouraged me to not only continue, but give my blog a real chance. So I’m revamping the site, (as soon as my funds get it together) and we now have a twitter , and instagram account. Be on the lookout for more content, a series and contributing bloggers. And always remember…

keep going.
even when you don’t see an end
even when you don’t feel like it
it’s coming.
whatever it is.

Cicatrizes

unnamed-9This is it.

It’s for sale.

This time last year I released “Hunger”. What started out as an attempt to pay rent, turned into a labor of love and a secret affair. Here’s my attempt at travel writing.

“Cicatrizes” by Nia Hampton, edited by Bani Amor, designed and formatted by Maya Rodriguez, featuring a special story by Davi Nunes.
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Navegar no Sistema de Universidade nos Estados Unidos Parte 2

Em Salvador eu me encontrei cercada por brilhantes negros graduados.  Eu constantemente dizia as pessoas, “ Você deve ir fazer seu PhD” ou “ Você deveria vir e ensinar-nos sua cultura”. Muitos gostavam da ideia de vir para os EUA e ensinar cultura afro-brasileira, mas não sabiam como. Eu ingenuamente pensei que este era um processo fácil e decidi criar um tipo de guia para orientar o processo de submissão para programas de pós-graduação nos EUA. Eu entrevistei uma jornalista que está atualmente em um programa de PhD na Universidade do Texas, Austin, o testemunho dela é a parte 1 dessa série.  A parte dois caracteriza a universidade que cursei, a Universidade de Maryland, distrito de Baltimore.

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Do escritório de decanos de pós-graduação da Universidade de Maryland em Baltimore.

Quanto tempo leva o processo de submissão para a pós-graduação?

Pode levar de 8 a 10 meses ou pode levar anos. Tudo depende do nível de seu nível de pontuação no TOELF, proficiência em inglês e a qualidade de suas cartas de referências. Carta de referência são essencialmente declarações que falam da sua habilidade para ser um estudante de pós-graduação bem-sucedido. Você procura alguém que possa falar com experiência das suas capacidades intelectuais e atributos acadêmicos, também, porque você se ajustaria bem ao programa. Trabalhe no desenvolvimento de bons relacionamentos com seus professores agora.

Como a pesquisa funciona? Você submete seu próprio projeto ou deve procurar ser parte de uma pesquisa em curso de um membro do corpo docente?

Programas variam, se você já tem conhecimento do trabalho de um membro do corpo docente, se aproxime dele e veja se ele está procurando por assistentes. Se você tem uma pesquisa original você pode submeter a um programa que ofereça o que você está estudando e construir seu próprio trabalho. É muito importante pesquisar os programas e a faculdade cuidadosamente, antes de investir todo seu dinheiro e tempo. Encontre uma universidade que foque no que você faz especificamente. Sua área de interesse se adequa a área de interesse da universidade? Quais são as especialidades da universidade e suas áreas de interesse?.

Como posso financiar minha pós-graduação ?

Infelizmente estudantes estrangeiros não são elegíveis para receber assistência financeira nos EUA, outros países da Europa são diferentes. Entretanto, muitos estudantes de PhD tem bolsas. Alguns programas de pós-graduação podem oferecer uma bolsa de estágio para ensinar. E alguns países pagam por sua educação se você estiver estudando algo que o país precise. Você pesquisou e viu quais campos estão emergindo no Brasil e se existem oportunidades de bolsa? Contudo, a maioria dos casos leva em consideração a sua capacidade de financiar a sua própria educação .

E a minha habilidade linguística?

Aprender inglês é o primeiro passo, e muito provavelmente, o mais difícil. Luckily UMBC tem um Instituto de Língua Inglesa (English Language Institute) que oferece variados cursos intensivos de inglês que pretendem preparar estudantes para falar, ler e escrever inglês do nível universitário e do mundo dos negócios por um preço acessível. Eles também oferecem uma admissão condicional para estudantes que se saíram bem durante os estudos no instituto mas por qualquer razão não pode fazer o TOELF. Um curso bem realizado no Instituto de Língua Inglesa (English Language Institute), pode substituir o TOELF para alguns programas de graduação e pós-graduação na Universidade de Maryland, no distrito de Baltimore. Para mais informações sobre o UMBC Instituto de língua Inglesa (English Language Institute) clique aqui.

Um agradecimento especial a Sarah Gardenghi do Instituto de Língua Inglês e  K. Jill Barr do Instituto de Pós-Graduação.

Navegar no Sistema de Universidade nos Estados Unidos Parte 1

Em Salvador eu me encontrei cercada por brilhantes negros graduados.  Eu constantemente dizia as pessoas, “ Você deve ir fazer seu PhD” ou “ Você deveria vir e ensinar-nos sua cultura”. Muitos gostavam da ideia de vir para os EUA e ensinar cultura afro-brasileira, mas não sabiam como. Eu ingenuamente pensei que este era um processo fácil e decidi criar um tipo de guia para orientar o processo de submissão para programas de pós-graduação nos EUA. Eu entrevistei uma jornalista que está atualmente em um programa de PhD na Universidade do Texas, Austin, o testemunho dela é a parte 1 dessa série.  A parte dois caracteriza a universidade que cursei, a Universidade de Maryland, distrito de Baltimore.


12278929_10153152112416791_2242544609781590810_nDaniela Gomes
 é um jornalista e ativista de São Paulo, Brasil. 

O que você está estudando?

Eu sou candidata no programa de estudos Africanos e Afro-diásporos na Universidade do Texas em Austin.

Quanto tempo demora o processo de candidatura para programas de pós-graduação nos Estados Unidos?

A candidatura geralmente leva seis meses, começa em agosto ou setembro e vai até dezembro ou janeiro. Depende do projeto e do programa. Eu já tinha contato com alguns professores antes de me candidatar. Me candidatei a três universidades e fui aceita pela Universidade do Texas. Este é o link do programa caso você esteja interessado.

O que você espera realizar com a sua formação?

Meu programa está realmente focado na vida acadêmica, preparando-nos para ser professores universitários, então eu provavelmente me candidatarei a um emprego na área. Mas estou deixando nas mãos de Deus.

Como você foi recebida nos Estados Unidos como uma negra brasileira?

Esta não foi a minha primeira vez nos Estados Unidos. Eu vivi em Atlanta GA antes, por um breve período. Entretanto a experiência de viver em uma cidade de maioria branca como Austin-Texas foi realmente um desafio, na maioria das vezes difícil. Austin é a única cidade nos estados unidos que enquanto cresce a população negra diminui, e falando sobre jovens adultos negros nos programas de pós-graduação, o número é realmente pequeno. Então a maioria do tempo você se sente isolado. Mas esta é uma boa cidade para estudar. Sobre ser uma negra brasileira, eu posso dizer que você sofre racismo dos brancos que vê você simplesmente como uma negra, mas você também enfrenta preconceito de alguns negros americanos, que pensam que você não é negro suficiente por não ser americano ou trata você com preconceito por causa dos estereótipos, especialmente quando você é uma mulher afro-brasileira. Eu escrevi algo no meu blog sobre isso.

Qual foi o primeiro passo para se candidatar a um programa de pós-graduação.

Em meu caso o primeiro passo foi se aproximar dos professores que eu contatei antes, para ver se eles estariam interessados em me ajudar. Depois você precisa fazer o Toelf e o GRE, depois disso você precisa seguir os passos que estão no site. Cada programa tem seu próprio processo, mas geralmente eles pedem três cartas de referência, uma carta de apresentação e traduções juramentadas do seu currículo de graduação e escola.

Quanto tempo dura todo o processo?

Eu respondi isso acima, geralmente o segundo semestre inteiro. Mas isso depende das datas dos testes e quanto tempo leva para pegar todo os documentos. Também é bem caro. Geralmente o programa cobra em torno de 100(cem) dólares por candidatura que não é reembolsável, mais 200(duzentos) dólares ou mais por teste, mais o dinheiro para fazer as traduções.

Se você pudesse se candidatar para programas nos Estados Unidos novamente, o que você faria diferente?

Eu amo meu programa, e este certamente seria minha escolha novamente. Mas eu preferiria me candidatar para o mestrado nos Estados Unidos, por que especificamente no caso do meu programa, que é muito intenso, três anos, eu teria mais tempo para me familiarizar com a academia americana e também para me adaptar a minha nova vida. Ir para lá com um mestrado feito no Brasil, sem saber nada do sistema de graduações nos Estados Unidos, foi realmente traumático e me causou alguns problemas como estudante.

Algum conselho para negros brasileiros que procuram se candidatar a programas de pós-graduação nos Estados Unidos?

Primeiro de tudo tenha certeza se é isso que você realmente quer. Conseguir um mestrado nos Estados Unidos é muito mais fácil que no Brasil, mas conseguir um PhD, não tem nem comparação com o Brasil. Você não tem vida e deve se dedicar integralmente ao programa. Segundo, planeje a sua vida para quando você terminar, o que você vai fazer com a sua graduação quando você chegar no Brasil? É possível validar o diploma? Como você vai encontrar um emprego? Terceiro, se prepare para gastar dinheiro, dinheiro durante o processo de candidatura( 800 dólares e no total deve ser cerca de 3.000 reais) e no caso que você seja aceito você também precisa de dinheiro, para provar que você pode se sustentar( mesmo que você tenha uma bolsa, a universidade pede mais do que isso no banco) principalmente nos seus primeiros meses lá, com o processo de mudança, o que pode realmente sair caro, por que você está chegando em uma nova cidade, sem casa, mobília e etc.

Obrigado pela entrevista informativa Daniela, desejando-lhe muito sucesso com a sua educação nos Estados Unidos.

Not about a Riot

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“Not about a Riot” is the work of Malaika Aminata. A graduate of Morgan State University and a vital pat of the artistic community of Baltimore City, she was one of the first people I connected with upon returning home. What makes this film different than any other film that will be produced about the events of April/May is the voice behind the camera. Malaika shows what the mainsteam media didn’t, the joy in the uprising, the resilience in the street, the way community came together quickly to take care of what needed to be taken care of. That’s what’s missing form the narrative around the “Baltimore Riots”. Click this link to watch the trailer and support the film.

Abdu Ali fala sobre Visibilidade

Ontem, o artista/rapper/embaixado de Baltimore, Abdu Ali deu uma palestra no sujeito de “Visibilidade” na galera bb. Abdu não ficou preocupado com os sentimentos de ninguém quando ele estava falando a verdade sobre o estado de arte na cidade de Baltimore e as maneras no qual a gente pode trabalhar juntos para cambiar-lo. Ficando no espaço intimo na galera cômoda, Abdu ficou sentando, falando o saber como uma titia sábia.Os seguientes são ums dos puntos que me deixou pensando:

• Formar uma colectiva

Temos poder em números. Pode achar as raízes do crescimento novo da escena de arte em Baltimore nums grupos ou numas colectivas. Abdu falou claramente da diferença entre uma colectiva e um “club de meninos legais.” Uma colectiva só forma quando os individuos trocem os talentos até a mesa e façam uma coisa nova. Ele não estava falando de formar um clique. A gente não esta no colegio. Mas uma colectiva tem o poder de crear conexões em todas demograficas, assegurar que diversas vozes são ouvidas, e também que o trabalho está espalado entre a gente equalmente. Não podemos fazer tudo sozinha, mas a gente pode fazer a nossa propria parte.

• Não esperar pras pessoas brancas

É facil mesmo pra entender, mas dá pra repetir. Eles não vão te dar o dinheiro para atuar a sua exposição? Use o internet pra juntar dinheiro e atue-lo por você mesmo. Eles não vão te dar um emprego? Començe seu própio negócio. Já sabemos que eles ganharam os recursos injustamente. Então, aqui vemos a importância da criatividade. Como disse o Malcolm X, precisamos seguir as nossas esforças “por qualquer meio necessário.”

• Investir em todas as idades

A cidade de Baltimore é uma merda. Do sistema de escola pública até os centros de recreação a nossa Baltimore não é uma cidade amigável pros jovems. Mas isso significa se você abrir sua cena aos menores de 21 anos, você tem um público cativo. Também, as crianças são o futuro.

• Aprender de usar o internet

Financiamento público é real. Se o mais próximo de você não tem confianza no seu movimento, pode ter certeza que existe alguém no internet que vai quer de te apoiar. Só precisam de saber que o existe. E aí, o internet!

• Usar o espaço que você já tem pra criar uma maior demanda

Embora parece que há casas mais abandonadas do que as pessoas em Baltimore City, é muito difícil para as pessoas a criar galerias ou espaços. Há cerca de um punhado de espaços dispostos a ser eventos de aventura e de acolhimento para certos dados demográficos, especificamente jovens de cor. Isso é foda, mas como Abdu sugeriou, se estiver usando o seu espaço de vida não funcionar, continuar a trabalhar com os espaços que não aceitá-lo, mantenha a embalagem desses shows e talvez o seu sucesso com make outros locais tomar conhecimento.

Depois de sua apresentação, ele se abriu para perguntas. Embora todo mundo estava um pouco tímido no início, ele cresceu para ser um espaço seguro onde as pessoas tem que cair na real sobre o que parece ser a raiz de todos os problemas nesta cidade. Racismo. É bom saber que Baltimore é um dos melhores lugares do mundo para aprender e falar sobre esta parte muito real da realidade de todos. Eu fiz uma pergunta para todos os nativos de Baltimore que deixam a cidade e, finalmente, encontrar o nosso caminho de volta para casa, como podemos melhor representar para a nossa cidade quando estamos longe e preservar a nossa cultura quando voltar? Abdu respondeu que devemos parar de ser vergonha de nossa cidade. Ele encorajou viagens, mas ele também não se esqueça de trazer o que você aprende em casa. Em geral, foi uma palestra muito interessante, que me poderes para continuar a me expressar e buscar a ser visível.

Finalemente, Abdu disse o seguinte em relação as pessoas que tentava de implementar essas mudanças:

“precisamos levar essa merda á serio ou tudo será a piada por sempre.”

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Abdu Ali Speaks on Visibility.

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Last night, rapper/artist/Baltimore ambassador, Abdu Ali gave a lecture on “Visibility” at bb gallery. Always a truth teller Abdu spared no one’s feelings when talking about the state of Art in Baltimore City and the ways we all can work together to change it. Nestled in the imitate space of the cozy gallery, Abdu sat cross legged and kick knowledge like a wise Aunty. He gave a powerpoint assisted lecture, here are a few bullet points that stuck with me.

  • Form a collective

There is power in numbers. The new rise of the Baltimore art scene can be traced back to groups or collectives. Abdu made sure to point the difference between a collective and a “cool kids club”. A collective only occurs when individuals bring their talents to the table and make something new. He wasn’t saying form a clique. This isn’t high school. But a collective can reach across demographics and ensure that not only are many voices heard, but work is decimated equally. We can’t all do everything, but we can all do our part.

  • Don’t wait on white people

This is pretty straight forward, but it bares repeating. They won’t give you grant money to host your exhibit? Raise funds through the internet and host it yourself. They won’t hire you? Start your own. We know they have unjustly acquired most of the resources, but that’s where creativity comes into play. We have to be like Malcolm and pursue our artistic endeavors “by any means necessary”

  • Invest in ALL AGES

Baltimore City eats it young. From the public school system to the lack of recreation centers this is not a youth friendly city. That being said, if you dare open up your scene to people 21 and under, you basically have a captive audience. Plus, the children are the future.

  • Be Internet Friendly

Crowd funding is real. If the one’s closest to you don’t believe in your movement. you can be sure that there is someone out there who will. They just need to know it exists. Enter “the Internet”.

  • Use the Space you already have to grow a higher demand

Although it seems like there are more abandoned houses than people in Baltimore City, it’s really hard for people to set up galleries or spaces. There are about a handful of spaces willing to be adventurous and host events for certain demographics, specifically young, POC. That sucks, but as Abdu suggested, if using your living space doesn’t work, continue to work with the spaces that do accept you, keep packing those shows and maybe your success with make other venues take notice.

After his presentation, he opened up for questions. Although everyone was a little shy at first, it grew to be a safe space where people got real about what seems to be the root of all problems in this city. Racism. It’s nice to know that Baltimore is still one of the best places in the world to learn and talk about this very real part of everyone’s reality. I asked a question for all the Baltimore natives who leave the city and ultimately find our way back home, how can we better represent for our city when we are away and preserve our culture when we return? Abdu responded that we must stop being ashamed of our city. He encouraged travel but he also said, “don’t forget to bring what you learn back home”. In general it was a really interesting lecture, one that empowered me to continue to express myself and seek to be visible.

Lastly, Abdu had this to say in regards to people who maybe too timid to implement these changes,

“gotta take shit seriously or else everything is gonna be akiki 4 evah.”

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