Natural Hair will Save us All.

This past Sunday was the II Marcha do Empoderamento Crespo Salvador.  “Marcha do Empoderamento Crespo na luta pelo fim do exterminio de juventude negra” This march is against the extermination of the lives of young black women. Currently, femicide is rising in Brazil. Black women in the states going missing and are never found at an alarming rate. The beauty and necessity of the march is overwhelming in a lot of ways. Visually stunning because Salvador is a black country with beautiful natural light. So everything is lit to the gawds. ap3

example 1. I took this during the sunset, very little editing.

The sentiment of the march, empowering black women through aesthetic is simple yet controversial. Some people wonder how hair can empower? Even Black men have criticized the movement, writing it off as solely aesthetic, silly and non important. Black “conscience” men with dreadlocked hair have called it non important. What makes it non important to black liberation? Because it’s feminine? Since when is an aesthetic non important. Didn’t the Napoleon shoot the nose off the sphinx to manipulate the image and history of the Egyptian people? How and why did white people become the beauty standard for the entire world? If aesthetic weren’t important why would they work so hard to manipulate how we see ourselves?

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“secure women scare them”  a message and a meditation.

That’s why the II Marcha do Empoderamento Crespo de Salvador is so timely. There is power in controlling your aesthetic and your narrative. It’s empowering to walk and dance and march through the city with signs declaring your love of self as a black woman. We already know if we don’t, no one else will.

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And most importantly, we do it for our girl children. Who live in a world bent on destroying them. We make sure they know how beautiful and worthy they are.

We do it for our boys as well. Because they suffer from a lack of self love as well and our daughters have to deal with the insidious ways that will manifest.

This march was one of the best I’ve been to in Salvador, and there are a lot of marches. There was music, dancing and so many pictures. People showed up to be seen and accounted for, and I’m so here for it. Brazil and the States share a similar hatred of women and black people, so a march designed to celebrate and empower the exsistence of black women is quite literally one of the most audacious and revolutionary acts one could participate in. Especially as the world enters into a regime of racist right wing leadership. Porte Alegre, a state in Brazil, is even voting on overturning it’s Black Conscience day.  But if we as a people can continue to come together and march in celebration of the natural black women, we gon be alright.

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Returns are always so dramatic. Perhaps it’s because they seem spontaneous. If you’re anything like me, you feel torn in between where you are now, where you were yesterday and where you dream of going tomorrow. This makes returns all the more…fun. I bought a one way ticket to Brazil in May. I found a ticket to Salvador, Bahia, Brazil for 268 dollars after receiving news that the media production gig I was freelancing with would not turn into a “real job”. I was teary eyed and angry as I searched Student Universe for the flight that would take me back to where I was a few months ago. It would take me back to being a somewhat consistent blogger in a constant battle with myself and whatever it means to be an entrepreneur, thousands of miles from where I was. I bought a ticket to a land that wasn’t so foreign to me anymore, out of anger. Out of longing. Out of hopelessness. It was eerily similar to when I bought my ticket home from Brazil, the first time. I had just gotten fired from my job and was sad, lonely, and scared. So I went home to Baltimore because I thought I was missing something. Something other than family and friends. There was a lifestyle that I thought would suit me better and I attempted it. I came home and had a few internships and worked odd job and raised my credit score and did awesome things and took advantage of awesome opportunities. And when a major one fell through I did what felt right to me. I left. Maybe that makes me a quitter, maybe that makes me a runner, maybe that makes me lucky. Either way, I’m back in Brazil. Pursing the dream, again. Being a tad reckless, again. Writing and creating work in the hopes that you’ll be inspired, again. Asking you to support me, again. Betting on myself, again.  Doing it all, again. Join me.

Cicatrizes

unnamed-9This is it.

It’s for sale.

This time last year I released “Hunger”. What started out as an attempt to pay rent, turned into a labor of love and a secret affair. Here’s my attempt at travel writing.

“Cicatrizes” by Nia Hampton, edited by Bani Amor, designed and formatted by Maya Rodriguez, featuring a special story by Davi Nunes.
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Navegar no Sistema de Universidade nos Estados Unidos Parte 2

Em Salvador eu me encontrei cercada por brilhantes negros graduados.  Eu constantemente dizia as pessoas, “ Você deve ir fazer seu PhD” ou “ Você deveria vir e ensinar-nos sua cultura”. Muitos gostavam da ideia de vir para os EUA e ensinar cultura afro-brasileira, mas não sabiam como. Eu ingenuamente pensei que este era um processo fácil e decidi criar um tipo de guia para orientar o processo de submissão para programas de pós-graduação nos EUA. Eu entrevistei uma jornalista que está atualmente em um programa de PhD na Universidade do Texas, Austin, o testemunho dela é a parte 1 dessa série.  A parte dois caracteriza a universidade que cursei, a Universidade de Maryland, distrito de Baltimore.

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Do escritório de decanos de pós-graduação da Universidade de Maryland em Baltimore.

Quanto tempo leva o processo de submissão para a pós-graduação?

Pode levar de 8 a 10 meses ou pode levar anos. Tudo depende do nível de seu nível de pontuação no TOELF, proficiência em inglês e a qualidade de suas cartas de referências. Carta de referência são essencialmente declarações que falam da sua habilidade para ser um estudante de pós-graduação bem-sucedido. Você procura alguém que possa falar com experiência das suas capacidades intelectuais e atributos acadêmicos, também, porque você se ajustaria bem ao programa. Trabalhe no desenvolvimento de bons relacionamentos com seus professores agora.

Como a pesquisa funciona? Você submete seu próprio projeto ou deve procurar ser parte de uma pesquisa em curso de um membro do corpo docente?

Programas variam, se você já tem conhecimento do trabalho de um membro do corpo docente, se aproxime dele e veja se ele está procurando por assistentes. Se você tem uma pesquisa original você pode submeter a um programa que ofereça o que você está estudando e construir seu próprio trabalho. É muito importante pesquisar os programas e a faculdade cuidadosamente, antes de investir todo seu dinheiro e tempo. Encontre uma universidade que foque no que você faz especificamente. Sua área de interesse se adequa a área de interesse da universidade? Quais são as especialidades da universidade e suas áreas de interesse?.

Como posso financiar minha pós-graduação ?

Infelizmente estudantes estrangeiros não são elegíveis para receber assistência financeira nos EUA, outros países da Europa são diferentes. Entretanto, muitos estudantes de PhD tem bolsas. Alguns programas de pós-graduação podem oferecer uma bolsa de estágio para ensinar. E alguns países pagam por sua educação se você estiver estudando algo que o país precise. Você pesquisou e viu quais campos estão emergindo no Brasil e se existem oportunidades de bolsa? Contudo, a maioria dos casos leva em consideração a sua capacidade de financiar a sua própria educação .

E a minha habilidade linguística?

Aprender inglês é o primeiro passo, e muito provavelmente, o mais difícil. Luckily UMBC tem um Instituto de Língua Inglesa (English Language Institute) que oferece variados cursos intensivos de inglês que pretendem preparar estudantes para falar, ler e escrever inglês do nível universitário e do mundo dos negócios por um preço acessível. Eles também oferecem uma admissão condicional para estudantes que se saíram bem durante os estudos no instituto mas por qualquer razão não pode fazer o TOELF. Um curso bem realizado no Instituto de Língua Inglesa (English Language Institute), pode substituir o TOELF para alguns programas de graduação e pós-graduação na Universidade de Maryland, no distrito de Baltimore. Para mais informações sobre o UMBC Instituto de língua Inglesa (English Language Institute) clique aqui.

Um agradecimento especial a Sarah Gardenghi do Instituto de Língua Inglês e  K. Jill Barr do Instituto de Pós-Graduação.

Navegar no Sistema de Universidade nos Estados Unidos Parte 1

Em Salvador eu me encontrei cercada por brilhantes negros graduados.  Eu constantemente dizia as pessoas, “ Você deve ir fazer seu PhD” ou “ Você deveria vir e ensinar-nos sua cultura”. Muitos gostavam da ideia de vir para os EUA e ensinar cultura afro-brasileira, mas não sabiam como. Eu ingenuamente pensei que este era um processo fácil e decidi criar um tipo de guia para orientar o processo de submissão para programas de pós-graduação nos EUA. Eu entrevistei uma jornalista que está atualmente em um programa de PhD na Universidade do Texas, Austin, o testemunho dela é a parte 1 dessa série.  A parte dois caracteriza a universidade que cursei, a Universidade de Maryland, distrito de Baltimore.


12278929_10153152112416791_2242544609781590810_nDaniela Gomes
 é um jornalista e ativista de São Paulo, Brasil. 

O que você está estudando?

Eu sou candidata no programa de estudos Africanos e Afro-diásporos na Universidade do Texas em Austin.

Quanto tempo demora o processo de candidatura para programas de pós-graduação nos Estados Unidos?

A candidatura geralmente leva seis meses, começa em agosto ou setembro e vai até dezembro ou janeiro. Depende do projeto e do programa. Eu já tinha contato com alguns professores antes de me candidatar. Me candidatei a três universidades e fui aceita pela Universidade do Texas. Este é o link do programa caso você esteja interessado.

O que você espera realizar com a sua formação?

Meu programa está realmente focado na vida acadêmica, preparando-nos para ser professores universitários, então eu provavelmente me candidatarei a um emprego na área. Mas estou deixando nas mãos de Deus.

Como você foi recebida nos Estados Unidos como uma negra brasileira?

Esta não foi a minha primeira vez nos Estados Unidos. Eu vivi em Atlanta GA antes, por um breve período. Entretanto a experiência de viver em uma cidade de maioria branca como Austin-Texas foi realmente um desafio, na maioria das vezes difícil. Austin é a única cidade nos estados unidos que enquanto cresce a população negra diminui, e falando sobre jovens adultos negros nos programas de pós-graduação, o número é realmente pequeno. Então a maioria do tempo você se sente isolado. Mas esta é uma boa cidade para estudar. Sobre ser uma negra brasileira, eu posso dizer que você sofre racismo dos brancos que vê você simplesmente como uma negra, mas você também enfrenta preconceito de alguns negros americanos, que pensam que você não é negro suficiente por não ser americano ou trata você com preconceito por causa dos estereótipos, especialmente quando você é uma mulher afro-brasileira. Eu escrevi algo no meu blog sobre isso.

Qual foi o primeiro passo para se candidatar a um programa de pós-graduação.

Em meu caso o primeiro passo foi se aproximar dos professores que eu contatei antes, para ver se eles estariam interessados em me ajudar. Depois você precisa fazer o Toelf e o GRE, depois disso você precisa seguir os passos que estão no site. Cada programa tem seu próprio processo, mas geralmente eles pedem três cartas de referência, uma carta de apresentação e traduções juramentadas do seu currículo de graduação e escola.

Quanto tempo dura todo o processo?

Eu respondi isso acima, geralmente o segundo semestre inteiro. Mas isso depende das datas dos testes e quanto tempo leva para pegar todo os documentos. Também é bem caro. Geralmente o programa cobra em torno de 100(cem) dólares por candidatura que não é reembolsável, mais 200(duzentos) dólares ou mais por teste, mais o dinheiro para fazer as traduções.

Se você pudesse se candidatar para programas nos Estados Unidos novamente, o que você faria diferente?

Eu amo meu programa, e este certamente seria minha escolha novamente. Mas eu preferiria me candidatar para o mestrado nos Estados Unidos, por que especificamente no caso do meu programa, que é muito intenso, três anos, eu teria mais tempo para me familiarizar com a academia americana e também para me adaptar a minha nova vida. Ir para lá com um mestrado feito no Brasil, sem saber nada do sistema de graduações nos Estados Unidos, foi realmente traumático e me causou alguns problemas como estudante.

Algum conselho para negros brasileiros que procuram se candidatar a programas de pós-graduação nos Estados Unidos?

Primeiro de tudo tenha certeza se é isso que você realmente quer. Conseguir um mestrado nos Estados Unidos é muito mais fácil que no Brasil, mas conseguir um PhD, não tem nem comparação com o Brasil. Você não tem vida e deve se dedicar integralmente ao programa. Segundo, planeje a sua vida para quando você terminar, o que você vai fazer com a sua graduação quando você chegar no Brasil? É possível validar o diploma? Como você vai encontrar um emprego? Terceiro, se prepare para gastar dinheiro, dinheiro durante o processo de candidatura( 800 dólares e no total deve ser cerca de 3.000 reais) e no caso que você seja aceito você também precisa de dinheiro, para provar que você pode se sustentar( mesmo que você tenha uma bolsa, a universidade pede mais do que isso no banco) principalmente nos seus primeiros meses lá, com o processo de mudança, o que pode realmente sair caro, por que você está chegando em uma nova cidade, sem casa, mobília e etc.

Obrigado pela entrevista informativa Daniela, desejando-lhe muito sucesso com a sua educação nos Estados Unidos.

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All though I’m using her image without permission, this beautiful young Bahiana was too confident and proud of her beauty for me to miss this opportunity. I already have a logo. It’s a photo showcasing the duality of Salvador. It features the favelas in the foreground rising up to towering white condos in the back, implying class accession. Accession relates to the theme of my blog. It’s my coming of age story, told through a society. However, it’s a bit impersonal and feels almost too big at times. But my target audience is black women, black girls specifically, in the Americas. Young black girls who when they see me, wonder where I’m from and how I can look like her but not be from the same place. They wonder what I’m doing in their community, some wonder what I see in them, why I ask to take pictures of them. Others already know. They know they’re special. They know they glow. Like the girl in my new logo. She knows she glows.