Abdu Ali fala sobre Visibilidade

Ontem, o artista/rapper/embaixado de Baltimore, Abdu Ali deu uma palestra no sujeito de “Visibilidade” na galera bb. Abdu não ficou preocupado com os sentimentos de ninguém quando ele estava falando a verdade sobre o estado de arte na cidade de Baltimore e as maneras no qual a gente pode trabalhar juntos para cambiar-lo. Ficando no espaço intimo na galera cômoda, Abdu ficou sentando, falando o saber como uma titia sábia.Os seguientes são ums dos puntos que me deixou pensando:

• Formar uma colectiva

Temos poder em números. Pode achar as raízes do crescimento novo da escena de arte em Baltimore nums grupos ou numas colectivas. Abdu falou claramente da diferença entre uma colectiva e um “club de meninos legais.” Uma colectiva só forma quando os individuos trocem os talentos até a mesa e façam uma coisa nova. Ele não estava falando de formar um clique. A gente não esta no colegio. Mas uma colectiva tem o poder de crear conexões em todas demograficas, assegurar que diversas vozes são ouvidas, e também que o trabalho está espalado entre a gente equalmente. Não podemos fazer tudo sozinha, mas a gente pode fazer a nossa propria parte.

• Não esperar pras pessoas brancas

É facil mesmo pra entender, mas dá pra repetir. Eles não vão te dar o dinheiro para atuar a sua exposição? Use o internet pra juntar dinheiro e atue-lo por você mesmo. Eles não vão te dar um emprego? Començe seu própio negócio. Já sabemos que eles ganharam os recursos injustamente. Então, aqui vemos a importância da criatividade. Como disse o Malcolm X, precisamos seguir as nossas esforças “por qualquer meio necessário.”

• Investir em todas as idades

A cidade de Baltimore é uma merda. Do sistema de escola pública até os centros de recreação a nossa Baltimore não é uma cidade amigável pros jovems. Mas isso significa se você abrir sua cena aos menores de 21 anos, você tem um público cativo. Também, as crianças são o futuro.

• Aprender de usar o internet

Financiamento público é real. Se o mais próximo de você não tem confianza no seu movimento, pode ter certeza que existe alguém no internet que vai quer de te apoiar. Só precisam de saber que o existe. E aí, o internet!

• Usar o espaço que você já tem pra criar uma maior demanda

Embora parece que há casas mais abandonadas do que as pessoas em Baltimore City, é muito difícil para as pessoas a criar galerias ou espaços. Há cerca de um punhado de espaços dispostos a ser eventos de aventura e de acolhimento para certos dados demográficos, especificamente jovens de cor. Isso é foda, mas como Abdu sugeriou, se estiver usando o seu espaço de vida não funcionar, continuar a trabalhar com os espaços que não aceitá-lo, mantenha a embalagem desses shows e talvez o seu sucesso com make outros locais tomar conhecimento.

Depois de sua apresentação, ele se abriu para perguntas. Embora todo mundo estava um pouco tímido no início, ele cresceu para ser um espaço seguro onde as pessoas tem que cair na real sobre o que parece ser a raiz de todos os problemas nesta cidade. Racismo. É bom saber que Baltimore é um dos melhores lugares do mundo para aprender e falar sobre esta parte muito real da realidade de todos. Eu fiz uma pergunta para todos os nativos de Baltimore que deixam a cidade e, finalmente, encontrar o nosso caminho de volta para casa, como podemos melhor representar para a nossa cidade quando estamos longe e preservar a nossa cultura quando voltar? Abdu respondeu que devemos parar de ser vergonha de nossa cidade. Ele encorajou viagens, mas ele também não se esqueça de trazer o que você aprende em casa. Em geral, foi uma palestra muito interessante, que me poderes para continuar a me expressar e buscar a ser visível.

Finalemente, Abdu disse o seguinte em relação as pessoas que tentava de implementar essas mudanças:

“precisamos levar essa merda á serio ou tudo será a piada por sempre.”

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Abdu Ali Speaks on Visibility.

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Last night, rapper/artist/Baltimore ambassador, Abdu Ali gave a lecture on “Visibility” at bb gallery. Always a truth teller Abdu spared no one’s feelings when talking about the state of Art in Baltimore City and the ways we all can work together to change it. Nestled in the imitate space of the cozy gallery, Abdu sat cross legged and kick knowledge like a wise Aunty. He gave a powerpoint assisted lecture, here are a few bullet points that stuck with me.

  • Form a collective

There is power in numbers. The new rise of the Baltimore art scene can be traced back to groups or collectives. Abdu made sure to point the difference between a collective and a “cool kids club”. A collective only occurs when individuals bring their talents to the table and make something new. He wasn’t saying form a clique. This isn’t high school. But a collective can reach across demographics and ensure that not only are many voices heard, but work is decimated equally. We can’t all do everything, but we can all do our part.

  • Don’t wait on white people

This is pretty straight forward, but it bares repeating. They won’t give you grant money to host your exhibit? Raise funds through the internet and host it yourself. They won’t hire you? Start your own. We know they have unjustly acquired most of the resources, but that’s where creativity comes into play. We have to be like Malcolm and pursue our artistic endeavors “by any means necessary”

  • Invest in ALL AGES

Baltimore City eats it young. From the public school system to the lack of recreation centers this is not a youth friendly city. That being said, if you dare open up your scene to people 21 and under, you basically have a captive audience. Plus, the children are the future.

  • Be Internet Friendly

Crowd funding is real. If the one’s closest to you don’t believe in your movement. you can be sure that there is someone out there who will. They just need to know it exists. Enter “the Internet”.

  • Use the Space you already have to grow a higher demand

Although it seems like there are more abandoned houses than people in Baltimore City, it’s really hard for people to set up galleries or spaces. There are about a handful of spaces willing to be adventurous and host events for certain demographics, specifically young, POC. That sucks, but as Abdu suggested, if using your living space doesn’t work, continue to work with the spaces that do accept you, keep packing those shows and maybe your success with make other venues take notice.

After his presentation, he opened up for questions. Although everyone was a little shy at first, it grew to be a safe space where people got real about what seems to be the root of all problems in this city. Racism. It’s nice to know that Baltimore is still one of the best places in the world to learn and talk about this very real part of everyone’s reality. I asked a question for all the Baltimore natives who leave the city and ultimately find our way back home, how can we better represent for our city when we are away and preserve our culture when we return? Abdu responded that we must stop being ashamed of our city. He encouraged travel but he also said, “don’t forget to bring what you learn back home”. In general it was a really interesting lecture, one that empowered me to continue to express myself and seek to be visible.

Lastly, Abdu had this to say in regards to people who maybe too timid to implement these changes,

“gotta take shit seriously or else everything is gonna be akiki 4 evah.”

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#tbt #300MenMarch Walk to the White House

Sunday August 16th, #300MenMarch, an activist group based in Baltimore MD, walked 35 miles from the city of Baltimore to the capital of the United States in a show of solidarity. #300MenMarch, founded by Munir Bahar, is an organization dedicating to eradicating community violence for all people. The organization, made up of mostly black men have created the following manifesto

“We hold ourselves accountable for the successes and failures in our community by looking within to provide permanent answers and lasting solutions.

When we recognize, identify, or discover a problem, we are obligated to recognize, identify, or discover a solution to that problem.

 Acknowledge that ALL LIVES MATTER; no matter the race, religion, gender, profession,

socio-economic status – we advocate for ALL victims of violence.

Recognize the humanity in all; we focus on the goal of positive change.

Individuals make up this movement. However, egos must be minimized in order to address conflict and society’s challenges, which affect all of us.”

The group walked 35 miles in the hopes that they could gain the attention of the national media and the President himself. They believe the way to curing the disease of violence within urban communities lies within the community themselves. They believe the tactics they have created would be a timely addition to “My Brother’s Keeper” President Obama’s special initiative which is dedicated to the empower of Black Men in the United States. The men made it safely to the White House the following Monday 2 hours early.